Conto de Dia dos Namorados – A Caverna dos Dois Amantes

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Hoje é um dia especial, mas não apenas por ser dia dos namorados, mas sim pelo significado que vejo na data. A pessoa com quem decidimos namorar é a pessoa com quem escolhemos partilhar os bons e maus momentos, as alegrias, tristezas, esperanças e desejos e tudo o que a vida nos trouxer.

Para celebrar esse dia com outros amantes, quero compartilhar um conto que mostra que o amor nos faz cruzar fronteiras, nos da coragem, nos torna criativos e, de vez em quando, nos tira da realidade.

 

A Caverna dos Dois Amantes

Em meio a um conflito entre dois povos distintos, um homem (Oma) e uma mulher (Chu) se conheceram no alto da montanha que separava esses povos. Porém, como eram de grupos inimigos, isso impedia que eles pudessem ficar juntos.

Como o amor deles foi crescendo, eles precisaram arrumar um jeito de se encontrarem em segurança e segredo, sem que fossem seguidos. Na montanha eles descobriram um túnel, que mais ao fundo possuía cristais que brilhavam no escuro e serviam como um mapa para que pudessem voltar em segurança para seus lados. Dessa forma, se alguém tentasse segui-los, teria que voltar antes que a tocha se apagasse, caso contrário ficaria preso no labirinto interno que eram os túneis.

Com o tempo eles descobriram espíritos da terra que os ensinaram a mover pedras. O casal começou a criar túneis elaborados para ajudar a confundir quem os seguia. Toda vez eles entravam no túnel com a tocha e, em determinado ponto, apagavam a tocha e criavam um caminho novo que levasse até os cristais, onde podiam ficar juntos.

Um dia Oma deixou de aparecer. Chu, em desespero, foi buscar respostas e descobriu que seu amado havia sido capturado e enviado para o conflito, onde havia morrido. Em um acesso de raiva, Chu causou um estrago aos arredores das vilas dos povos dela e de Oma e ameaçou destruir tudo caso a guerra não acabasse.

Com isso, ela acabou com a guerra e fundou a cidade de Omachu, em homenagem aos momentos com o falecido amante.

 

Referência: Avatar, Livro 1, ep. 22conto2


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